Graffiti ganha cada vez mais espaço na arte contemporânea

A arte do graffiti vem ganhando as ruas e colorindo as cidades com obras que se integram à paisagem dos centros urbanos. Veja o que o designer Ori Hilal fala sobre isso.

O graffiti surgiu na década de 60 como forma de expressão e protesto. Pessoas iam para as ruas manifestar suas revoltas por meio de pinturas e mensagens. A partir dos anos 80, com o surgimento de grandes artistas de rua e o interesse de empresários por essa área, o graffiti passou a ganhar força e respeito.

Atualmente, artistas de graffiti ganham exposições em algumas das galerias e bienais de arte mais disputadas do mundo. Paris, Nova York, Berlim, São Paulo e Barcelona são algumas das metrópoles que mostram para o mundo a relevância e importância dessas manifestações.

Apesar de o graffiti estar ganhando cada vez mais espaço nas galerias, ainda tem muita gente que confunde essa técnica com a pichação. Há quem pense que grafite e pichação são a mesma coisa, mas não é bem por aí. Se na pichação há a intenção de depredar, demarcar um território ou se expressar socialmente, no graffiti a intenção passa por uma comunicação mais clara por meio da estética, com uma ocupação legal e que não se resume apenas à intervenção.

Mas o que tornou o graffiti realmente um fenômeno foi a sua versatilidade. Os grafismos comuns às paredes e os muros coloridos das ruas também estão em roupas, acessórios, mobiliário, na publicidade, decoração, entre outros. É cada vez mais comum vermos grifes famosas contratando grafiteiros para desenvolver uma coleção exclusiva de estampas ou até mesmo arquitetos e decoradores interessados em criar um desenho na fachada de um restaurante ou no interior de uma casa. As pessoas perceberam que essa arte é capaz de trazer alegria e originalidade ao ambiente.

Para quem está interessado em desenvolver um graffiti, aí vão algumas dicas. Procure um profissional que tenha um estilo que lhe agrade. É fácil encontrá-los na internet, em sites como blogs e Facebook. Em relação aos materiais e as cores, tudo é válido.

É muito comum vermos grafiteiros usando spray para desenvolver os seus trabalhos, mas na verdade qualquer tipo de tinta é permitido: látex, tinta acrílica, corantes, etc. Vale também utilizar qualquer material de pintura como pincéis, rolinhos, bandeja, entre outros recursos. Nada fica de fora.

Para quem quer um desenho mais discreto, o ideal é trabalhar com poucas cores e tons neutros. Já para os que gostam de abusar de cores e formas, o céu é o limite. Tem ainda os que se incomodam com o cheiro da tinta, nesse caso, a dica é usar as tintas a base de água que não têm cheiro ou até mesmo os adesivos de vinil. No mais, é abusar da imaginação e se divertir bastante!

Tinta em spray para a prática do graffiti a Politintas conta com uma linha completa de sprays, criada especialmente para a prática do graffiti: a Colorgin Arte Urbana. São 48 opções de cores, com acabamento fosco. O produto conta com válvula mais macia que os outros sprays e bico anatômico, o que permite maior controle da pressão, e, consequentemente, traços mais precisos, sem escorrer.

Grafite ganha cada vez mais espaço na arte contemporânea

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